Sociedade Portuguesa de Microbiologia

Portuguese Society of Microbiology

Microretratos

Microretratos: A propósito das XX Jornadas de Biologia de Leveduras Professor Nicolau van Uden Nos dias 11 e 12 de Julho de 2014, nas instalações Instituto Superior Técnico, decorreram as XX Jornadas de Biologia de Leveduras Professor Nicolau van Uden. Aproveitámos a ocasião para ouvir alguns microbiólogos em diferentes etapas das suas carreiras. O desafio foi que todos respondessem a um mesmo conjunto de três perguntas e o resultado é um microretrato que aqui vos deixamos. Pedimos ainda à Presidente da Sociedade Portuguesa de Microbiologia e presidente da comissão organizadora que nos explicasse o que unia todos os investigadores ali presentes. Lisboa, 11 de Julho de 2014 Célia Manaia e Raquel Sá-Leão

Isabel Sá-Correia, Professora Catedrática do Instituto Superior Técnico Presidente da Sociedade Portuguesa de Microbiologia.

Isabel Sá-Correia, Professora Catedrática do Instituto Superior Técnico Presidente da Sociedade Portuguesa de Microbiologia.

Como estão a decorrer as  XX Jornadas de Biologia de Levedura “Professor Nicolau van Uden”? Estão a decorrer muito bem. Hoje, durante a sessão de abertura salientei o facto de que, num período de crise, tivéssemos conseguido juntar mais de 100 membros da comunidade científica nacional que se dedica às leveduras, nos seus vários aspectos, desde a levedura como fábrica celular, nomeadamente na produção de biocombustíveis,  as candidas patogénicas, etc.” Temos aqui desde investigadores reconhecidos na área, nacional e internacionalmente, aos estudantes de mestrado e doutoramento, que vieram de todo o País (e do Brasil!) para participar na Jornadas. É de facto notável que, após mais de 20 anos do falecimento do Professor Nicolau van Uden estas Jornadas, que são já as XX, possam continuar a atrair esta comunidade, a reinventar-se, e a manter aquele espírito original do periódico ponto de encontro de velhos e novos amigos, sendo uma base para a promoção de colaborações e sinergias científicas que contribuam para a constante melhoria da qualidade do trabalho de I&D desenvolvido por uma comunidade inspirada pelo exemplo do Professor Nicolau Van Uden. Esta figura de referência da Ciência Nacional no domínio da Biologia de Leveduras, ainda hoje continua a funcionar como a personagem unificadora das Jornadas. De facto, a atividade de N. van Uden, como Diretor do Laboratório de Microbiologia do Instituto Gulbenkian de Ciência e dos Estudos Avançados de Oeiras influenciou profundamente a comunidade académica e científica nacional em Ciências da Vida e Biotecnologia. E, de forma direta ou cada vez mais indireta, ele tem sido o mentor inspirador de várias gerações de biólogos e biotecnólogos de leveduras, em várias Universidades, Institutos Politécnicos e Institutos de I &D.

Referiu que as Jornadas têm vindo a reinventar-se… Sim, o conteúdo e formato destas Jornadas mudou muito nos últimos anos, acompanhando o notável desenvolvimento da Ciência em Portugal e as novas rotinas, de que saliento as apresentações científicas em língua inglesa. Também, cada vez mais se nota diversidade interdisciplinaridade do programa científico, fruto das alterações que se verificaram na área das Ciências da Vida, de que saliento as estratégias de investigação ditas pós-genómicas e, em parte também em resultado das necessidades dessas análises à escala do genoma, a forte transdisciplinaridade. De referir, que um dos convidados a apresentar o seu trabalho foi a Doutora Paula Duque que não trabalha em leveduras mas em Biologia Molecular de Plantas. Convidámo-la porque a levedura serviu de modelo experimental nos muito relevantes trabalhos recentes do seu laboratório sobre o papel biológico de transportadores de plantas envolvidos na resistência a múltiplos compostos de interesse em agricultura. Essa abordagem mostrou ser muito valiosa e é um exemplo paradigmático de que Sacchraromyces cerevisiae é o modelo celular eucariótico por excelência, ainda que com as limitações inerentes à sua própria unicelularidade. Há vários outros exemplos aqui bem representados, como os trabalhos que usam a levedura como modelo, por exemplo, para estudar doenças neurodegenerativas, a morte celular programada, etc. Há também um número muito apreciável de trabalhos de genómica funcional e comparativa. Este é um encontro muito moderno, ao nível das temáticas e das abordagens. Um outro caso a salientar, é o de um informático, investigador da área da biologia computacional que para além de contribuir com uma apresentação, integrou a Comissão Organizadora das jornadas. Vários dos que no mundo trabalham em regulação da expressão genética e genómica em levedura ou em biologia de sistemas em levedura conhecem bem a muito útil base de dados YEASTRACT para a qual o Doutor Pedro Monteiro tem contribuído de forma notável.

Como é que estão organizados estes dois dias de Jornadas? Como é habitual o programa foi iniciado com a Conferência van Uden e terminará com a Conferência Jovem Investigador, correspondente ao Prémio Isabel Spencer-Martins atribuído pela Sociedade Portuguesa de Microbiologia (SPM). Conta ainda com 40 comunicações orais, organizadas em 5 sessões temáticas. As apresentações orais são maioritariamente feitas pelos estudantes de doutoramento e até de mestrado e por jovens doutorados. Para vários foi a sua primeira apresentação pública num encontro científico. Pela primeira vez, dado o número de trabalhos submetidos, as Jornadas incluíram 2 sessões de apresentações de posters e a melhor apresentação em poster, receberá um prémio, patrocinado pela STAB-VIDA. Este encontro é apoiado pela Sociedade Portuguesa de Microbiologia e conta com o apoio científico de vários grupos de trabalho da SPM.

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Vítor Costa, Professor Associado Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar e Instituto de Biologia Molecular e Celular, Universidade do Porto.

O que é que investiga? O meu grupo dedica-se ao estudo da função do metabolismo e da sinalização por um tipo particular de lípidos, os esfingolípidos, e a sua relevância na regulação da função mitocondrial, na resistência ao stress e na longevidade das células. Usamos como organismo modelo a levedura Saccharomyces cerevisae.

Porque é que isso é importante? A mitocôndria é vital para as células. Os conhecimentos adquiridos relativos à sua regulação por esfingolípidos poderão ser utilizados na procura de fármacos que possam ser utilizados na atenuação de patologias frequentemente associadas a este tipo de desregulação, tais como as doenças neurodegenerativas e o próprio processo de envelhecimento.

O que gosta mais na sua profissão? Da oportunidade de descobrir coisas novas, de usar a imaginação e o conhecimento para contribuir para o avanço científico.

E o que gosta menos? Do stress associado à vida em ciência. É muito desgastante. Ainda mais quando combinado com a actividade docente, da qual eu também gosto muito. Mas tudo conjugado, torna a vida mais complicada.

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Fátima Gil, Estudante de Doutoramento Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa.

O que é que investiga? O meu trabalho tem como objectivo explicar qual a relação que existe entre a toxicidade de um pesticida em particular e a homeostase do ferro numa levedura. Para responder ao stress induzido por esse pesticida, a levedura altera o metabolismo do ferro.

Porque é que isso é importante? Este herbicida é muito utilizado em agricultura e por isso pode ser encontrado nos solos e em águas usadas para consumo humano e pode afectar outras espécies que existem nos ecossistemas para além das espécies alvo. A levedura neste caso é usada como organismo modelo. Ao termos este conhecimento na levedura podemos extrapolar para outros organismos que podem ter funções muito importantes nos ecossistemas.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto de ter sempre coisas diferentes para fazer e gosto de descobrir. Gosto de tentar procurar alternativas quando as coisas que estou a fazer não dão certo.

E o que gosta menos? Do estado em que a ciência está, que não é nada motivador.

Planos para o futuro? Gostava de poder continuar a investigar.

Rita Ferreira, Estudante de Doutoramento Instituto de Tecnologia Química e Biológica, Universidade Nova de Lisboa.

Rita Ferreira, Estudante de Doutoramento Instituto de Tecnologia Química e Biológica, Universidade Nova de Lisboa.

O que é que investiga? Procuro perceber como é que as células de Saccharomyces cerevisae se adaptam aos compostos de arsénio.

Porque é que isso é importante? O arsénio é um metal que está distribuído na natureza e que é muito tóxico, estando relacionado com o aparecimento de algumas doenças. Por outro lado, algumas drogas que derivam de compostos de arsénio estão a ser utilizadas para tratar doentes com leucemia. O arsénio tem assim também um potencial terapêutico.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto muito do trabalho de bancada. Gosto quando tenho de revelar os resultados e pensar imediatamente na interpretação dos mesmos e relacionar com resultados anteriores. É muito excitante!

E o que gosta menos? Dos períodos de frustração, das técnicas que têm de ser optimizadas, de longos períodos no laboratório, idas ao laboratório às 3h da manhã para acompanhar o crescimento de células… Mas é por uma boa causa!

Planos para o futuro? Quero continuar na investigação e concorrer a uma bolsa de pós-doutoramento.

José Paulo Sampaio, Professor Associado Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa.

José Paulo Sampaio, Professor Associado Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa.

O que é que investiga? Utilizamos a genómica para tentar responder a algumas questões sobre a evolução molecular de populações selvagens e populações domesticadas da levedura mais conhecida que é a Saccharomyces cerevisae.

Porque é que isso é importante? É muito importante estudar este assunto para conhecer os fenómenos moleculares associados ao processo de domesticação, ou seja, a maneira como é que uma certa linhagem passa de selvagem a domesticada passando a ter certos atributos que são interessantes para nós. Conhecer isso permite-nos, no limite, manipular estes processos e portanto melhorar estirpes industriais.

O que gosta mais na sua profissão? Do grau de trabalho que dou às minhas células cinzentas! Gosto de pensar nas perguntas, é absorvente.

E o que gosta menos? Da burocracia. Ter de escrever papéis, ofícios, pedidos… estamos submersos em burocracia. É o que faço 97% do meu tempo.

Manuela Côrte-Real, Professora Catedrática Departamento de Biologia, Universidade do Minho.

Manuela Côrte-Real, Professora Catedrática Departamento de Biologia, Universidade do Minho.

O que é que investiga? Nós trabalhamos em morte celular e utilizamos a levedura como modelo para compreender esse processo.

Porque é que isso é importante? A morte celular é muito importante porque a sua função ou desregulação tem implicações em doenças humanas e percebê-lo poderá ajudar a delinear estratégias para a prevenção destas doenças. A disfunção deste processo está associada a doenças neurodegenerativas, por exemplo, onde há um excesso de morte celular. Também é relevante em cancro onde há uma apoptose por defeito. Um dos mecanismos de resistência da célula tumoral é a evasão à morte celular.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto muito da investigação mas o ensino também é muito estimulante. Na investigação o que gosto mais é o descobrir, encontrar coisas novas que possam vir a ter implicações a nível prático.

E o que gosta menos? O que gosto menos é de gestão e de avaliar os alunos. Avaliar os alunos é uma coisa que me custa muito, é uma tarefa muito difícil. Tenho sempre a preocupação de não ser injusta e penso que isso é muitas vezes muito difícil de conseguir.

Tiago Viana, estudante de doutoramento Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa e Universidade de Copenhaga.

Tiago Viana, estudante de doutoramento Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa e Universidade de Copenhaga.

O que é que investiga? O comportamento das leveduras na fase estacionária de fermentação do vinho.

Porque é que isso é importante? É na fase estacionária que ocorrem geralmente os problemas a nível industrial ocorrendo fermentações que param antes do tempo impossibilitando o vinho de ser comercializado. O impacto económico é muito grande quer a nível nacional quer internacional.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto de não ter uma vida monótona. Cada dia é um dia com desafios diferentes. Através do intercâmbio entre laboratórios conheço pessoas diferentes e gosto de nos congressos poder dar a conhecer o meu trabalho, partilhar ideias e aprender com os outros.

E o que gosta menos? É difícil dizer. Talvez dos períodos em que estou necessariamente mais isolado, como os períodos de escrita. Mas tirando isso, gosto de tudo.

Planos para o futuro? Avançar para uma bolsa de pós-doutoramento.

João Pedro Caldeira, Estudante de Mestrado Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

João Pedro Caldeira, Estudante de Mestrado Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

O que é que investiga? Trabalho com Rhodosporium toruloides comummente conhecida como levedura cor de rosa. Esse nome deve-se à cor que exibe que resulta da produção de carotenóides. Produzimos a levedura num fermentador e analisamos a biomassa obtida em relação à produção de ácidos gordos – que podem ser utilizados como biocombustível – e o conteúdo em carotenóides – que pode ter aplicações nas indústrias farmacêutica e alimentar.

Porque é que isso é importante? Porque há um problema global de crise energética. Investigamos alternativas que permitam não só a produção de biocombustível mas também a obtenção de um produto com grande valor comercial. O nosso objectivo é ter um processo economicamente viável quando se fizer o scale-up para nível industrial.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto não só de fazer a ciência mas também de saber transmitir a ciência.

E o que gosta menos? De ter maus resultados. Da imprevisibilidade das experiências, é um obstáculo. Mas faz parte. Doutra forma não seria investigação científica. Se corresse sempre tudo bem também não haveria aquela emoção e a vontade de seguir sempre em frente.

Planos para o futuro? Seguir a carreira de investigador.

 

Mahesh Chandra, post-doc fellow Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa.

Mahesh Chandra, post-doc fellow Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa.

What is the topic of your research and why is that relevant? Wine is a commercial product of the food industry. Any improvement in wine is welcomed by the industry and the customer. If there is a problem, there is a big question on how to solve this problem. Brettanomyces bruxellensis is a spoilage yeast in wine. It produces 4-ethyl-phenols. These 4-ethyl-phenols have different smells. Unfortunately, customers don’t like those smells, so we are trying to solve that problem. In wine, we cannot add any inhibitory agent, like an antimicrobial agent. It is not allowed. So we have to solve the problem using the constituents of the wine itself. What we are doing is to manage concentrations of glucose, alcohol and sulphur. The combination of these three components is being managed to avoid spoilage of wine.

What do you like most as a researcher? I like to create tools that may be beneficial for the customer or wine industry. Instead of publishing many papers, my idea is to develop something that directly goes to society and to people.

What do you like less? What I like less is to spend too much time on re-research; what I really like is new research.

What are your plans for the future? If I am able to develop a tool to prevent wine spoilage, I would like to have it patented with my Institute and would like to collaborate with industry so that it can be used.

Lisandra Castro, estudante de doutoramento Departamento de Biologia, Universidade do Minho.

Lisandra Castro, estudante de doutoramento Departamento de Biologia, Universidade do Minho.

O que é que investiga? Estou a tentar a perceber de que forma a Bax, que é uma proteína pré-apoptótica, é regulada por fosforilação. Estou a usar como modelo a levedura, um modelo mais simples, e depois passarei para células animais.

Porque é que isso é importante? Porque se sabe que no cancro a apoptose está reduzida e em doenças neurodegenerativas a apoptose está aumentada. Se percebermos a regulação da Bax poderemos modulá-la durante a doença.

O que gosta mais na sua profissão? Da dinâmica de laboratório, da correria, do stress do dia-a-dia. Isso cativa-me. Às vezes o facto de as próprias experiências não correrem bem. Acaba por ser interessante.

E o que gosta menos? Da parte teórica. Gosto de estar no laboratório, ter de escrever gosto menos.

Planos para o futuro? Acabar o doutoramento, só o comecei há quatro meses! Gostava muito de seguir a carreira de investigação.

Raquel Barbosa, bolseira de investigação Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa.

Raquel Barbosa, bolseira de investigação Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa.

O que é que investiga? Estudamos evolução em termos ecológicos usando a Saccharomyces cerevisae. Usamos estirpes selvagens e domesticadas.

Porque é que isso é importante? Por várias razões, S. cerevisae sempre foi considerada uma espécie totalmente domesticada e só muito recentemente se tem vindo a descobrir que é uma espécie que existe também para além do nicho ecológico fermentativo. Também porque existem potenciais características nas Saccharomyces selvagens que podem eventualmente vir a ser usadas noutras áreas.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto de ter a possibilidade de fazer uma conexão entre o trabalho de bancada e o trabalho bioinformático. É talvez aquilo que mais gozo me dá naquilo que estou a fazer neste momento. Para além disso, gosto de descobrir coisas que ainda não estejam descritas. É sem dúvida a minha maior motivação para estar em investigação.

E o que gosta menos? Dos resultados negativos, embora continuem a ser resultados, dos processo de optimização demasiado longos.

Planos para o futuro? Queria fazer o doutoramento e continuar uma linha de investigação que envolva genómica evolutiva.

Francisco Gírio, Coordenador do Departamento de Bioenergia Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

Francisco Gírio, Coordenador do Departamento de Bioenergia Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

O que é que investiga? O nosso objectivo é realizar investigação aplicada sob contrato em parceria com empresas e com outras instituições nacionais de investigação na área da bioenergia em todas as tecnologias que se destinam à conversão de biomassa em biocombustíveis, electricidade, calor, frio e outros biomateriais.

Porque é que isso é importante? É importante porque a biomassa é a principal fonte renovável do planeta e possui um potencial energético considerável.

O que gosta mais na sua profissão? De ser investigador, poder fazer coisas úteis à sociedade. Gosto de sentir que posso contribuir com o meu conhecimento para o avanço científico e tecnológico.

E o que gosta menos? Da burocracia, dos papéis e de tudo o que faz perder tempo e que me desfoca da minha actividade principal.

Margarida Palma, pós-doc Instituto Superior de Técnico, Universidade de Lisboa.

Margarida Palma, pós-doc Instituto Superior de Técnico, Universidade de Lisboa.

O que é que investiga? A minha investigação tem como objectivo clarificar os mecanismos de resistência ao ácido acético em Zygosaccharomyces bailii.

Porque é que isso é importante? É importante porque Zygosaccharomyces  bailii é considerada a levedura mais problemática em termos de contaminações alimentares e é resistente ao ácido acético,  usado como conservante alimentar.

O que gosta mais na sua profissão? Gosto de descobrir coisas novas e arranjar formas de o fazer. Gosto muito de descobrir novos métodos, de pesquisar artigos e pensar que posso contribuir de alguma forma para alguma coisa.

E o que gosta menos? Do facto de às vezes andarmos um mês a trabalhar numa coisa e chegarmos ao final e não termos um único resultado.

Planos para o futuro? Ganhar uma posição no concurso Investigador FCT.

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This entry was posted on 30/08/2014 by in Magazine SPM and tagged .

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